"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade" (Carlos Drummond de Andrade)

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terça-feira, 15 de maio de 2012

A chantagem


   Mesmo muito apaixonada por ele, ela decide que ele não será mais seu Dono e o avisa por e-mail que as condições entre eles mudaram.        Ele lê a mensagem e fica dois dias sem fazer nenhum tipo de contato; no terceiro dia ele liga para ela, mas o telefone dela está sempre desligado; ele resolve contatá-la por MSN e consegue; diz a ela que quer um encontro, ao que ela responde que somente sob suas novas condições, ele concorda.        No dia marcado ela chega até o local e ele já está a sua espera.    Serenamente ele a beija nos lábios, diz que a ama e que ela está bela em seu vestido.    Ela também diz do seu amor e sua paixão por ele, que abre a porta do carro para ela entrar.
      Já no caminho ela percebe que ele aciona as travas das portas e sua expressão ficou grave.     Desconfiada ela pergunta para onde estão se dirigindo, ele responde que não interessa e que ela deve retirar a calcinha e levantar a saia completamente, que se continuar sendo rebelde será castigada publicamente.      Alguns segundos se passam, ela sente um calor envolvendo-a pela ira, pensa em contestar, mas decide não arriscar, pois seu medo da exposição e da humilhação pública é enorme.
                   Vendo-a obedecer, ele sorri ironicamente, afinal, a conhece muito bem e percebe que continua com total poder sobre ela.       Ele põe a mão no sexo dela e constata que está excitada, introduz o dedo e prova, fazendo-a provar também.       Ela, entretanto acredita que quando estiverem sozinhos as coisas serão diferentes e que conseguirá fazer valer sua vontade.
                   Já dentro da garagem ele diz a ela para se despir completamente antes de sair do carro e lhe entregar suas roupas; ela tenta argumentar, mas ele diz que se não fizer, irão retornar imediatamente as vias públicas e que neste caso ela terá muito para se envergonhar.       Resignada ela fica completamente nua dentro do carro com exceção das sandálias e dá a ele todas suas vestes.      Ele põe uma coleira com guia nela, uma gag e um par de algemas; em seguida tira algumas fotos, depois abre a porta para ela e diz que entre na suíte.
     Ela parece desejar falar, mas a gag a impede, ela ainda percebe ele depositando as suas roupas na mala do carro, mas sem poder dizer palavra alguma ela obedece.       Ele apanha sua valise com os “brinquedos” e entra encontrando-a sentada à beira da cama envolta no lençol; ela o olha cheia de espanto, pois ele está se comportando de modo muito atípico,  está assustada e seu olhar expressa claramente seus sentimentos.      Ele acende um cigarro e fica perto da porta que dá para uma área aberta com piscina e se põe a observá-la  tranquilamente enquanto fuma o cigarro, seus lábios trazem um leve sorriso de sarcasmo.       Quando terminou o cigarro aproximou-se dela e deu-lhe um tapa no rosto puxando o lençol; então começa a falar calmamente: _ Sei que você é inteligente e que sabe perfeitamente que a hora que eu quiser posso revelar coisas tuas às pessoas ligadas a você sem sair de minha casa.     Ela pensou nas fotos que ele acabara de tirar e nas muitas outras que já tirara antes, lembrou que algumas vezes ela enviou e-mails coletivos de PPS e outros a ele e todos os seus outros contatos ao mesmo tempo deixando revelada toda sua lista familiar e de trabalho, mas pensou que ele não teria uma atitude como esta pois não é do seu caráter.       Ele continua falando: _A esta altura você já concluiu todo poder que tenho e fará tudo o que eu mandar quando estiver comigo e também quando estiver longe de mim.       Ouviu, minha putinha?       Ela acena com a cabeça que sim.
                      Ele sabe a que conclusão que a fez chegar, claro que a ama e jamais faria tal coisa, mas por hora foi o meio que encontrou de mantê-la sob seu domínio, afinal, tem certeza do amor dela, do contrário ela nem teria ido ao seu encontro hoje.        Sabe também que tudo isto a mantêm apaixonada e muito excitada apesar de tudo, sabe o quanto a chantagem está mexendo com ela por dentro, pela ira, pelo medo e mesmo conhecendo-o muito bem, ele tem a seu favor o benefício da dúvida.
                    A dúvida que passa pela cabeça dela neste momento sobre o que ele é capaz de fazer, acelera seu coração e a faz chorar.
                   _Agora quero que me diga que será uma boa e obediente cadeliinha e que aceitará tudo o que eu quiser.      Faça um aceno de cabeça para dizer sim ou não.      Enquanto fala, com dois dedos ele levanta o queixo dela para olhar em seus olhos.       Ela mansamente faz um sinal afirmativo.
                  Agora começam realmente as brincadeiras que ele preparou para ela, ele esta furioso por ter ficado sem poder falar com ela devido sua pirraça, ele a puxa até uma poltrona sem braços que esta na suíte que estão usando, senta e deita ela em seu colo, deixando suas ancas expostas, ela pensa que vai ser acariciada, pois ele já havia feito isso uma vez, é quando ela sente uma dor em suas nádegas e descobre que ele a esta batendo com uma palmatória, ele, a cada golpe observa a dor estampada em seu rosto, mas a gag usada por ela não permite gritar e sim soltar gemidos, seus olhos lacrimejam e ele apenas bate e nada fala, ela tenta se evadir, mas é fortemente segura pelo seu Dono, que possui um sorriso nos lábios e continua seu castigo em sua bunda, as marcas aparecem e com isso suas coxas começam a ficar molhadas, então percebe que embora sendo castigada ela está super excitada, ele para por alguns instantes seus castigos e fala lentamente com ela: _Voce sabe porque esta sendo castigada cadela?  Ela tenta em vão falar algumas palavras, ele continua: 
_Voce sabe que não pode contrariar seu Amo que tanto te ama, voce me deixa triste, sabe que não gosto dessas atitudes e voce não vai gozar hoje.  Ela entra em estado de loucura, não consegue falar e sabe que se não atingir um orgasmo logo explodirá, tenta novamente emitir sons, o pânico toma conta de seu rosto,  ele sabe todas as reações dela e sabe que será o pior castigo se fizer isto, ela pode apanhar toda uma noite, mas sem gozar não ficaria de jeito nenhum, bastaria encostar uma coxa na outra e o orgasmo viria, ele, como profundo conhecedor do corpo de sua escrava, atacava seu psicológico com ameaças de não dar prazer a ela, seu choro era incontrolável e a ereção de seu homem é sentida em sua barriga  deixando ela ainda mais excitada, ele continua dizendo que não será permitido o contado de sua boca em seu pênis, que ele sairá dali e descarregará seu tesão em outra mulher, que ela não o serviria mais como amante e sim apenas como escrava, sua vagina não receberia mas carinhos e que de agora em diante não usaria os brinquedos dados a ela, ela não comeria mas à mesa, passaria a dormir apenas no chão, ela então tenta se virar, e os golpes com a palmatória voltam a acontecer, sendo aplicadas com mais rigor,  com sutileza ele solta a gag e ela suplica a seu homem que a perdoe, que não vai mais errar, que nunca mais irá contrariar uma ordem dada a ela, que precisa de seus carinhos e que só é feliz quando seu membro está dentro dela e pede para que pare os castigos, que não suporta mais ficar sem gozar, que seus seios doem e suas pernas estão tremendo de tanto tesão.
Ele calmamente enfia o dedo na sua boca que ela começa a chupar lentamente, sua outra mão alisa as marcas deixadas pela palmatória em suas nádegas, sutilmente ele encosta um dedo em seu ânus, e de forma precisa introduz com força, um grito é ouvido por ele, mas não é repudiado por ela, que sabe que seu homem não toleraria tal repúdio.
   Depois de passado o susto ela começa esfregar sua púbis nas coxas do macho, em um ritmo frenético, como se estivesse levando choques elétricos, em uma cadência desenfreada e anuncia que seu orgasmo está próximo, então ele saca o dedo de seu ânus e volta a castigar sua bunda com a palmatória, dizendo em alto tom que ela não gozaria até que recebesse autorização, ela urra como  um animal e suplica para deixar que goze, ele novamente diz não e a retira de seu colo, sua guia e puxada e ela é obrigada a seguir seu domo como uma cadelinha, ele a leva até o banheiro e a introduz no box, manda que fique quieta e abre água fria sobre seu corpo, ela tenta fugir, mais é impedida por ele que mantém sua guia firme na mão, diz a ela que permaneça até esfriar seus ânimos, coisa que sabe que nunca irá acontecer, pois ela é uma mulher muito fogosa e não seria a água fria que iria baixar seu tesão, embora tremendo muito ela o chama para dentro, pede que a possua, que seja seu homem, que dê a ela o prazer de sentir ele dentro dela, que está disposta a tudo para passar alguns minutos sendo possuída por seu macho, pede perdão pelos erros, suplica de joelhos e tenta segurar o pênis que tanto ama, sua guia novamente e puxada, ele abaixa o rosto e lambe a face de sua cadelinha, pega seus cabelos longos e puxa-os para traz, se abaixa mais e lambe também seu pescoço e manda que ela  como uma boa cadelinha, que passe a lamber suas pernas, prontamente é obedecido, então começa ele a abrir a outra torneira e a água se mistura tornando-se morna, ele puxa a guia para cima demonstrando que ela deve levantar-se, pega sua perna esquerda e suspende até a altura de sua cintura e seu pênis toca a entrada de sua vagina, em um movimento suave ele introduz a glande vagarosamente, o sorriso dela agora e de gratidão, seu homem a esta possuindo, milímetro a milímetro ele avança para dentro dela e começa um vai e vem que parece não ter fim, seu homem fala palavras doces agora em seus ouvidos, seus cabelos molhados estão seguros pela sua mão forte, sua língua entra e sai da boca da escrava, seus olhos estão fixos nos dela,  ela agradece e enaltece  seu Dono, seu gozo se aproxima novamente e agora ele permite seu orgasmo, que vem como uma avalanche, fazendo todo o corpo tremer, e começa a suceder um após o outro, suas investidas  continuam cada vez mais intensas, ela remexe a cintura na cadencia de suas penetrações, ele anuncia que vai mudar a posição que ela se encontra e abaixa sua perna, sabe que a qualquer momento ela poderia cair tendo orgasmos daquela maneira, a vira de costas e se introduz nela novamente... 
   Depois de passarem um dia intenso de sexo e dominação, ele a faz renovar seu compromisso de obediência, o que a esta altura se faria totamente desnecessário, ela jamais deixara de fato de ser sua e então ele diz: Voce sabe que eu jamais usaria suas fotos de fato, não sabe? Ela acena que sim.   Eles se beijam e se despedem calorosamente para aguardarem o próximo encontro.

Por Dorei Fobofílica.

7 comentários:

{princess kitty}龍戦士 disse...

MI-MI-MIauuuu!!!

Dorei minha amada!!!

Você pode ser sub, mas na arte de escrever contos você é MESTRA minha amiga!!!

Uau, fiquei babando aqui.
Humilhação e sadismo na dose certa, sempre acompanhados de carinho claro. ADOREI a cena do carro... hummmm ;)

É uma maravilha isso o poder que os Donos tem de colocar a gente no nosso devido lugar, mesmo sendo com uma "chantagem" como essa.

Agora tem uma coisa que eu sou igualzinha a esse conto... o pior castigo pra mim seria não ter orgasmo... porque só de chegar perto do meu Dono, ou só com uma conversa eu já fico em ponto de bala rsrs. Nunca recebi uma ordem dessas não sei se iria conseguir obedecer não, seria uma desobediência involuntária hahaha ( "não tenho culpa, Sr, o Sr que me excita demais") seria uma boa desculpa. rsrs

Adorei amada, parabéns por esse conto miaudelicioso e inspirador ;)

Preciso ir, o dia esta quase amanhecendo e ainda não dormi :P

Miaubeijos repletos de carinho querida =^.^=

Victor Assis disse...

lindo conto!!!

Mariana e César disse...

Lindo blog, excelentes postagens. AMEI!!!
E, aproveitando a oportunidade, eu lhe peço: acrescente o meu blog no seu.
http://intimidadeentrecasais.blogspot.com.br

Ficarei muito feliz.
O seu blog já está no meu, confira lá no campo: “Apreciem sem moderação”.
Beijos e obrigada.

Dante Gavazzoni disse...

Uhmm despertou saudades este conto... muito bom

Joana Kldarc disse...

Olha eu concordo com vc amada Dorei, acho a proibição de gozar um ato inaceitável. Espero que o meu amado Dono, nunca me proiba disso, n sei se acataria tal ordem. Lindo conto. Parabéns querida.

GayPornCum disse...
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PEQUENOS DELITOS RENOVADOS disse...

Perfeita a história....um conto sensual... fiquei de pau duro aqui!!!
Assim, eu gostaria de ser dono de alguém!!!!