"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade" (Carlos Drummond de Andrade)

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

O vizinho de Val (2ª parte)


   Ele preenche sua boca com um beijo másculo, fazendo-a sentir-se pequena, frágil, mas ao mesmo tempo protegida, fêmea, desejada.  Logo depois ele se afasta dela lijeiramente e diz para ela se despir devagar.   Ainda meio tímida, mas movida pelo desejo,Val começa a tirar suas vestes e fica de lingerie.
_Estou esperando, Val, parou por que?   Ela então se livra do soutien e da calcinha.   Luiz, que a assistia sentado na poltrona, se levanta e se dirige ao fundo da casa dizendo que ela o acompanhe.     Ele para diante de uma porta e a abre, o escuro é absoluto os olhos dela vasculham o espaço tentando ver alguma coisa, mas ela nada pode ver, ainda do lado de fora ele pega um lenço comprido e negro de seu bolso e a venda, depois a empurra para frente, ela hesita e ele a faz lembrar de que deve obedecer a tudo.   Já dentro do espaço ela sente algo frio lhe prender os pulsos as suas costas, algo igualmente frio e metálico prende seus tornozelos, forçando suas pernas a se afastarem bastante, percebe que se trata de um par de algemas que logo se erguem presas por alguma coisa, talvez uma corda, ela não tem certeza, só sente que tem seu corpo forçado a inclinar-se para frente.   Instantes depois ela ouve a porta se abrir e fechar, ela chama por Luiz, mas só o que ouve é o silencio absoluto, seu coração dispara pensando na última visão antes de ter os olhos tapados pela venda, o escuro absoluto faz seu coração se comprimir de medo, ela volta a chamar por Luiz, com voz angustiada, mas nada ouve, suas pernas começam a tremer devido a posição incomoda.   Um sensação de desespero lentamente vai tomando conta de Val, a sensação dela é que já se passaram várias horas, suas pernas e braços começam a ficar dormentes e ela agora chama mais uma vez, sua voz sai desesperada e cortada pelo choro.    Val começa a soluçar e mais uma vez grita em desespero por Luiz, quando ouve a voz dele dizer com hálito quente que sopra em seu rosto:
_Calma minha menininha, estou aqui com você. 
   Tocando delicadamente o rosto de Val ele a afaga, desfaz a venda e ela pode ver o ambiente numa penumbra fraca vinda da luz de uma pequena chama de vela muito ao fundo, percebe que ele estivera sentado em um pequeno banquinho a sua frente, bem junto dela, podendo tocá-la a qualquer, momento.   Percebe uma cama ampla, de ferro, lembrando um móvel medieval, algumas coisas que ela ainda não pode decifrar devido a luz parca e por não lhe lembrarem nada conhecido pela silhueta, vislumbra uma porta estreita no fundo e então reclama do incomodo que sente.    Ele então diz que ele está se sentindo muito bem em vê-la assim e que crê que ela também deve estar.   

   Val argumenta que não, que a posição é sofrida e quase insuportável.
_Se fosse você pediria com humildade para eu soltá-la, mas não.    Dizendo isto ele se ergue e se coloca atrás de Val.   Toca suas costas, desliza para os seios dela aperta-os até ela gritar e depois prende um par de pesos em seus mamilos fazendo-a gemer baixo.   Quando ela pensa em tornar a pedir para ser solta, agora de forma mais humilde, sente suas intimidades sendo tocadas pelos dedos de Luiz, os lábios vaginais são afastados e ela sente seu clitóris sendo habilmente manipulado enquanto algo a penetra para logo começar a vibrar num frenesi incansável, em pouco tempo ela tem um orgasmo alucinante, para logo depois voltar a se dar conta de todo incomodo imposto a seu corpo, agora com maior intensidade.
_Por favor, Sr. Luiz, me solte, não suporto mais!
_Boa menina!   É como deve falar.    Ainda, antes de soltá-la, ele envolve o pescoço dela por uma coleira de couro negro e peças metálicas em torno de toda peça.   Solta-a e a abraça, beija e pega no colo conduzindo-a a cama, pois ela ainda tem o afastador preso nos tornozelos.   Depois de retirá-lo, diz que enquanto ela estiver em sua casa, vai permanecer nua e andar de quatro, salvo se ele disser para ela ficar de pé; ela não se opõe, para surpresa dele.   Dito isto ele prende uma corrente relativamente pesada a sua coleira e a conduz até a porta estreita, os pesos dos mamilos pendendo puxam os seios dela para baixo enquanto ela engatinha atrás dele, o pequeno vibrador oval dentro de sua vagina volta a vibrar, ela percebe que ele detem o controle do objeto, sua excitação volta a ficar evidente e já dentro de uma banheira ela tem um novo orgasmo enquanto ele a banha como se faz com uma cadela. 
   Luiz sorri feliz em ver que Val corresponde bem aos seus planos, mas sabe que não pode forçar demais, afinal, para ela é tudo novo demais, ele então a coloca de pé e já despido termina o banho com ela, para depois secar o corpo dela suavemente e a conduz a cama.



2 comentários:

O Sussurrar do Corpo disse...

Um sussurro...

Ana Casada disse...

ai essa segunda parte melhor que a outra,,,

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