"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade" (Carlos Drummond de Andrade)

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quarta-feira, 18 de maio de 2011

A amiga do Dono (Final)



A amiga do Dono

(Final)


Terminam o banho, elas o secam e secam uma a outra, se dirigem ao quarto; ele manda Bia se aproximar, sempre de quatro, ele a puxa para a cama, Ana está sentada a beira da cama quando ele desembrulha o pacote que estava sobre o aparador, dele retira uma coleira, tornozeleiras e pulseiras de couro com argolas, semelhantes as de Ana, mas vermelhas, enquanto as de Ana são pretas.    Vendo a expressão de surpresa de ambas ele diz que já imaginava que Bia desejaria ser cadela e que cadela tem que usar coleira para não se perder do Dono, põe os apetrechos em Bia e também os de Ana, do pacote ele ainda retira um plug com cauda tal qual o de Ana, também de cor diferente, lubrifica o ânus de Bia e introduz o plug.   A moça, tenta recuar, pois o objeto não tem tamanho modesto, pelo contrário, mas ele a retêm e vai introduzindo; quando a parte mais larga passa, Bia solta um urro de dor, ele então a posiciona de ponta cabeça na cama em X prende os elos de seus tornozelos em correntes que vêm dos pés da cabeceira da cama, faz o mesmo com os pulsos a correntes que vêm dos pés da outra extremidade da cama, liga os elos das tornozeleiras de Ana aos das pulseiras de Bia, faz o mesmo com os elos das pulseiras de Ana, só que ligando-os entre si as costas dela, fazendo com que seus braços, fiquem presos para atrás, forçando que ela tenha que deixar o peso de seu peito sobre o corpo de Bia, de modo que o rosto de uma ficasse sobre o sexo da outra.  Ana sentia seus mamilos doerem, ele então retira os sininhos e deixa apenas as argolas, deita-se ao lado delas de modo que fica observando-as.   Meio sem graça, Ana não tem uma posição que a permita escapar de ter o rosto na xoxota de Bia por muito tempo, a não ser erguendo a cabeça, o que não pode manter por longo tempo.   Luiz lembra-se de por um travesseiro alto sob a cabeça de Bia, forçando-a a encostar seu rosto na buceta de Ana, o que a deixa satisfeita; o cheiro que vem de Ana a excita.

   Sabendo que agora o tempo se encarregará do resto, ele adormece por alguns minutos, ao acordar vê com prazer e tesão que elas estão se chupando com vontade, com prazer, ele sabe que partiu de Bia e que Ana não pode resistir.   Se posicionando na frente de Ana ele puxa-a pelos cabelos e põe o pau em sua boca dizendo: _Chupa essa pica, sua cadela, vadia, vagabunda.   Tirando o falo da boca de Ana ele a força de volta ao grelo de Bia, o que ela aceita com prazer, está louca de tesão.   Tornou a por o pau em sua boca e de novo a forçá-la contra a xota de Bia, depois se colocou atrás dela e enfiou tudo em sua buceta, a escrava gemeu de prazer, chupando com força o grelo de Bia e já gozando de imediato devido a força do tesão que sente.   Volta e meia Luiz tira o pau da buceta de Ana e enfia na boca de Bia que o recebe com voracidade.   Luiz goza dentro de Ana, seu sêmen escorre pela xoxota da escrava e ele vê com certa surpresa que Bia lambe tudo o que sai enquanto continua chupando Ana que retribui do mesmo modo, ele então diz:  _Tenho duas cadelas vagabundas, duas piranhas, duas putas, duas rameiras, duas escravas só para mim.   Que delícia!!  Vou soltá-las para um banho.  

Dito isto todos seguem para o banho.   Depois do banho ele vão para  cama para descansar e conversar, ele explica a Bia que tudo o que viveram fora um prazer, que poderá se repetir outras vezes,mas que apesar de Ana ser sua cadela, é também sua amada namorada e que esperava que Bia compreendesse este detalhe, que fora convidada para assistir e que desejou participar, que poderiam repetir, mas ela será sempre a convidada, não sua cadela.   Bia já havia entendido isto desde o começo e disse que ficaria feliz quando a convidassem outra vez, que estaria aguardando ansiosa, Ana apenas sorri com expressão satisfeita.   Descansam antes de partir, sob a promessa de Luiz possuir o cuzinho de Bia de uma próxima vez...


Por: Dorei Fobofílica


3 comentários:

Swingers Veronika e Cláudio disse...

Pena que é a parte final...isso está de uma sensualidade absurda!
Beijos, minha linda!!!

Conde Vlad disse...

E viveram felizes para sempre. KKKKKKKKKKKKKKKKK

Esse finalzinho pareceu um conto de fadas com o Luiz exclarecendo e declarando seu amor a namorada Ana. rsrs...

Beijos do Conde.

juniorypriscila disse...

Seguindo esse Blog de vocês Também... E tomamos a liberdade de levar o selinho.
Beijinhos
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http://contoseroticosdejuniorypriscila.blogspot.com/